16 abril 2011

Vik Muniz, arte feita em açúcar, chocolate, lixo e tudo o mais

Vik Muniz ,artista plástico brasileiro, radicado em Nova York, reproduziu obras de artistas consagrados utilizando materiais inusitados como: chocolate, açúcar, geleia, manteiga de amendoim... 
 Aqui ele descreve o pensamento por trás do seu trabalho e nos leva numa viagem pelas suas incríveis imagens.




           


05 abril 2011

Os desenhos em metal de Frank Plant

Frank Plant é um escultor  americano que vive em Barcelona. Usando aço soldado e compondo com objectos/desenhos onde a bidimensão  e a trimensionalidade se confudem numa subtileza ambivalente que interroga o nosso olhar.
 A temática das suas instalações é provocativa e engajada, marcando uma posição. Dizem algo de quem a fez, da época em que foram feitas e de quem possui a peça, numa espécie de cartão de visitas artístico que faz uma declaração sócio-política . 








01 abril 2011

O olho humano

 


O olho humano tem diâmetro antero-posterior de aproximadamente 24,15 milímetros, diâmetros horizontal e vertical ao nível do equador de aproximadamente 23,48 milímetros, circunferência ao equador de 75 milímetros, pesa 7,5 gramas e tem volume de 6,5cc.
O globo ocular recebe este nome por ter a forma de um globo, que por sua vez fica acondicionado dentro de uma cavidade óssea e protegido pelas pálpebras. Possui em seu exterior seis músculos que são responsáveis pelos movimentos oculares, e também três camadas concêntricas aderidas entre si com a função de visão, nutrição e proteção. A camada externa é constituída pela córnea e a esclera e serve para protecção. A camada média ou vascular é formada pela íris, a coroide, o cório ou uvea, e o corpo ciliar a parte vascular. A camada interna é constituída pela retina que é a parte nervosa.
Existe ainda o humor aquoso que é um líquido incolor e que existe entre a córnea e o cristalino. O humor vítreo é uma substância gelatinosa que preenche todo o espaço interno do globo ocular também entre a córnea e o cristalino. Tudo isso funciona para manter a forma esférica do olho.
O cristalino é uma espécie de lente que fica dentro de nossos olhos. Está situado atrás da pupila e orienta a passagem da luz até a retina. A retina é composta de células nervosas que leva a imagem através do nervo óptico para que o cérebro as interprete.
Não importa se o cristalino fica mais delgado ou espesso, estas mudanças ocorrem de modo a desviar a passagem dos raios luminosos na direcção da mancha amarela. À medida que os objetos ficam mais próximos o cristalino fica mais espesso, e para objectos a distância fica mais delgado a isso chamamos de acomodação visual.
O olho ainda apresenta, as pálpebras, as sobrancelhas, as glândulas lacrimais, os cílios e os músculos oculares. A função dos cílios ou pestanas é impedir a entrada de poeira e o excesso da luz. As sobrancelhas também têm a função de não permitir que o suor da testa entre em contacto com os olhos.
A conjuntiva é uma membrana que reveste internamente duas dobras da pele que são as pálpebras. São responsáveis pela protecção dos olhos e para espalhar o líquido que conhecemos como lágrima.
O líquido que conhecemos como lágrimas são produzidos nas glândulas lacrimais, sua função é espalhar esse líquido através dos movimentos das pálpebras lavando e lubrificando o olho.
O ponto cego é o lugar de onde o nervo óptico sai do olho. É assim chamada porque não existem, no local, receptores sensoriais, não havendo, portanto, resposta à estimulação. O ponto cego foi descoberto pelo físico francês Edme Mariotte (1620 - 1684).

Fonte Wikipédia


24 março 2011

desenhos efémeros ou poemas breves

Ahmad Nadalian (Irão) ,artista ambiental  faz as suas belíssimas intervenções impressas nas areias de praias paradisíacas ou de silenciosos desertos. Usa cilindros feitos com materiais rudimentares, como latas e garrafas recicladas. As imagens resultantes são de valor intemporal apesar de sua impermanência . São ritos de passagem, inscrições breves de memórias mágicas e frágeis como a transitória natureza e condição humana.
 


17 março 2011

Intrincados e belíssimos recortes de Hina Aoyama

Artista japonesa , Hina Aoyama é uma das melhores na arte de recortar papel.
Com uma simples tesoura, sem nenhuma ajuda da tecnologia moderna, cria meticulosas peças de uma beleza deslumbrante. Cada trabalho leva meses para ser finalizado, mas ao final o resultado é de tirar o fôlego!
 As obras Hina Aoyama são reconhecidas internacionalmente e recebeu diversos prémios, inclusive o Le Grand Prix International MCA Cannes-Azur. As suas colecções podem ser vistas no Museu de Miniaturas de Lyon, França e consulado da Tailândia, em Genebra. 
  


 


15 março 2011

Faz-me o favor de não dizer absolutamente nada!
supor o que dirá tua boca velada
é ouvir-te já
é ouvir-te melhor do que o dirias
o que és vem à flor das caras e dos dias
tu és melhor, muito melhor , do que tu!
não digas nada.
 Mário Cesariny   

08 março 2011

Noticias bordadas de Lauren DiCioccio

A artista Lauren DiCioccio utiliza bases surpreendentes para a sua arte de bordar. Trabalha nomeadamente sobre suportes de comunicação produzidos em massa, como jornais e sacos plásticos. A série de jornais por exemplo, é envolta em musselina de algodão bordada à mão, em cima das imagens. O resultado é uma bela obra de arte.



 

 

 

"As news-gathering departs from paper form and is conveyed instead through the television and internet, the newspaper becomes a nostaligic and old-fashioned object. I describe the beauty of the ritual experience of newspaper-reading by describing the paper as a tactile and fragile object in the language of craft. The pieces in this series are entire issues of The New York Times encased in hand-embroidered cotton muslin. I select a photograph from the paper; usually a strong image suggestive of power, leadership or communication; and embroider the image onto the fabric, applying colors in a painterly way and layering line and thread. Portions of the image remain as outline and threads tangle and unravel from the fabric." -Lauren DiCioccio




06 março 2011


Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
Carlos  Drummond de Andrade

01 março 2011

James Michael Starr , assemblagem

As colagens e esculturas de James Michael Starr (EUA), são assemblagens de objectos antigos que recicla e a que dá novos sentidos expressivos, onde cada um de nós reflecte uma leitura pessoal.

          


           



25 fevereiro 2011

Do rio que tudo arrasta se
diz que é violento
Mas ninguém diz violentas as
margens que o comprimem


Bertold Brecht